— Meu nome é Hazel. O Augustus Waters foi o grande amor estrela-cruzada da minha vida. Nossa história de amor foi épica, e não serei capaz de falar mais de uma frase sobre isso sem me afogar numa poça de lágrimas. O Gus sabia. O Gus sabe. Não vou falar da nossa história de amor pra vocês porque, como todas as histórias de amor de verdade, ela vai morrer com a gente, como deve ser. Eu tinha a expectativa de que ele é quem estaria fazendo meu elogio fúnebre, porque não há ninguém que eu quisesse tanto que…— Comecei a chorar. — Tá, como não chorar. Como é que eu…Tá.
Respirei fundo algumas vezes e retomei a leitura.
— Não posso falar da nossa história de amor, então vou falar de matemática. Não sou formada em matemática, mas sei se uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem costumávamos gostar nos ensinou isso. Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Queria mais números do que provavelmente vou ter, e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso.
A Culpa é das Estrelas.  (via enoitecer)
Eu quero morar na sua rua.
Chorão.  (via involuntus)
Tem dias que eu fico pensando na vida
e sinceramente não vejo saída;
como é por exemplo que dá pra entender
a gente mal nasce e começa a morrer.
Tom Jobim   (via enoitecer)
Você pode ir onde quiser e fazer tudo o que tiver vontade de fazer. Mas o que faz um lugar ser especial, são as pessoas que vivem nele.
Eu sou o número 4. (via recontador)
Claro que eu vou te machucar. Claro que você vai me machucar. É claro que vamos machucar uns aos outros. Mas esta é a própria condição de existência. Para se tornar primavera, significa aceitar o risco de inverno. Para tornar-se presença, significa aceitar o risco de ausência.
O Pequeno Príncipe.  (via inverbos)
Meu pai não bebia, não fumava e morreu cedo. Não roubava e morreu pobre. Tirava o que tinha para dar para os outros e teve poucas pessoas para carregar seu caixão. Depois que ele morreu, nenhum parente perguntou se seu filho precisava ou não de algo. Ou seja, em vida meu pai me ensinou a ser a melhor pessoa que eu conseguir. Em morte, me ensinou a não esperar nada em troca por isso.
Danilo Gentili. (via enoitecer)
Eu estava triste, mas dizia: É o cansaço.
O Pequeno Príncipe. (via reprovador)
Entre tantas reticencias, te fiz meu ponto final.
Hanna Horisawa, ditografada. (via enterneci)
Me regas,
e eu floresço.
Antonio.  (via sucklys)
A garota mais bonita que eu conheço simplesmente sorri, e, quando sorri, ela é a garota mais linda do mundo.
Augusto Cury 
Te amando precocemente, com a sensação de que posso te perder a qualquer hora.
Back at her, stupid.   (via autorias)
Esse mundo é tão desgraçado, sujo e filho da puta, que quando alguém tem boas intenções, a gente fica sempre desconfiado.
Se os amores desgraçados costumam render boas histórias, você me renderia um livro cheio delas.
Lucas Guerrero.  (via autorias)
Cada qual com seu caos.
Emicida  (via autorias)